VERUSYA CORREIA
Itacaré – Bahia
Sobre a artista
O trabalho que venho tendo curiosidade, nestes últimos anos, leva em considerações as necessidades físicas, as ações das pessoas como forma de desvendar o passado/ presente/ futuro. Modos de controles como: empobrecimento das experiências corporais urbanas, negação de conflito, sobretudo o sentido de espetacularização são eixos temáticos que investigo. A dança aqui é entendida como geradora de organização, a dança enquanto informação. Portanto, estamos frente de algo que se organiza como dança. E neste sentido quando estamos diante dela a identificamos.
Sobre a Obra
Esta obra aspira, mesmo que circunstancial, abrir um espaço de reflexão para determinados hábitos de gestos e discursos que num primeiro momento pode parecer ingênuo, mas que de fato reafirmam idéias preestabelecidas e depreciativas fundadas na diferença cultural. Parece-nos importante examinar com cuidado atitudes que se apresentam como liberais amigáveis e festivas, mas que, no entanto não se isentam de contradições. Que poder o corpo exerce no confronto com o que é diferente?
Ficha Técnica
Direção e Interpretação | Verusya Correia.
Assistente de Direção e Vídeo | Roberto Basílio.
Colaboração 1° fase | Paulo Paixão.
Iluminação | Fernando Lopes.
Fotografia | Aldren Lincoln.
Assistente de Produção | Gilmar Silva.
Músicas | Adriana Calcanhoto cantada por Belo Veloso, Anovar Brahem e Luiz Gonzaga.
Duração | 25 min.
Classificação | Livre.



























